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A importancia de ter um cartão de visitas

domingo, 5 de abril de 2009

Frequente nas reuniões ou eventos corporativos, o cartão de visitas é uma importante ferramenta de networking. Porém, ao se deparar com vários cartões, fica extremamente difícil memorizar em qual situação aquele cartão foi recebido e, principalmente, qual é a relação que aquela pessoa pode ter com a sua carreira.

De acordo com o gestor de comunicação e marketing da Milioni & Associados, Raphael Cruz, o cartão de visitas é a identidade da empresa ou pessoal.

'O cartão de visitas é muito útil para fazer o networking, que mantém atualizada a sua rede de contatos, além de possibilitar a troca de informações. Dessa forma, uma rede de contatos ativa significa mais oportunidades de negócios'.

Modelo ideal

Segundo Cruz, não há um modelo de cartão de visitas ideal. Porém, antes de criar um cartão para si, a pessoa precisa responder as seguintes questões: quais são os meus clientes ou o público eu quero atingir? Em que tipo de empreendimento eu trabalho? Qual é a minha marca?

'Num cartão de visitas, você precisa evitar: informações incoerentes, falta ou excesso de dados, letras ilegíveis, cartões de visitas amassados, sujos e guardados em locais de difícil acesso. Vale lembrar que, ao entregar um cartão, você está se apresentando e, por isso, uma 'venda'pode ser influenciada de maneira positiva ou negativa no ato da entrega'.

Gafes

Ao receber um cartão, qual é a sua atitude? Coloca imediatamente no bolso sem olhar? Dobra o cartão? Erra o nome da pessoa, depois de ter recebido o cartão? Deixa-o na mesa de reunião?

Na opinião de Cruz, esses são os erros mais comuns de quem recebe um cartão de visitas. E toda essa situação constrangedora poderia ser evitada com a organização.

Como organizar?

Para o diretor de tecnologia da Arquivar, empresa especializada em gestão estratégica de documentos, Mario Pinho Sobrinho, a organização é fundamental na hora de consultar um contato.

'Ao armazenar um cartão de visitas nas famosas carteiras, depois de cinco meses, você perde a referência. Com isso, os cartões transformam-se em uma montanha de papel. O aconselhável é criar uma base de dados para os cartões'.

Mas como criar essa base de dados? Sobrinho destaca que há diversas ferramentas que podem auxiliar nessa jornada.

'O Outlook, por exemplo, oferece uma lista de contatos bem completa, na qual o usuário pode colocar o nome, cargo, endereço, contatos e informações sobre determinada pessoa. Além disso, você pode criar uma boa base de dados em uma planilha do Excel e até digitalizar o cartão de visitas, com scanners especiais que leem todos os dados automaticamente e repassam para a planilha desejada'.

Dicas

Sobrinho ressalta que ao fazer uma base de dados para os cartões de visita, o campo de observações deve ser bem utilizado.

'Por ser um espaço livre, o campo de observações pode guardar dados importantes e que fazem a diferença, como a data de aniversário, os gostos daquela pessoa, as circunstâncias em que você conheceu o dono do cartão e, principalmente, a maneira como aquela pessoa pode ajudar a sua carreira no futuro'

Cruz, por sua vez, ressalta que, em uma reunião com uma ou mais pessoas, é importante deixar o cartão em um local de fácil acesso para todos os participantes."

Fonte:Uol

Roupas de Grávida

domingo, 8 de março de 2009

Ok podem respirar, não vou copiar o modelito da fofa da Diana, mas atingi este fim-de-semana um ponto de não retorno, ou seja: já não consigo apertar o botão das minhas calças giras da Salsa. Claro que não vou sair a correr e procurar feita louca roupas fofinhas especial para grávidas, o meu guarda-roupa está cheio de opções que eu posso adaptar a esta nova fase, mas realmente as calças são um ponto sensível...
Tenho ouvido falar em soluções sobrepostas às calças, tais como cintas elásticas e extensores de botões, tal como mostra a seguinte imagem.

Está tudo em aberto e para já vou mesmo apostar em continuar de fechinho aberto e camisola por cima :D
Há algum tempo vi na Rainha da Pechincha um artigo deveras pertinente sobre este assunto. Desde essa altura que fixei o exemplo da Gwen Stefani, identifico-me com ela, apesar de não me vestir exactamente do mesmo modo.
Digam lá se este estilo não é fixe e se não posso ficar com um ar tão fashion como ela;)
gira!!

Roupitas assim para o garrido e a preço de crise financeira devo conseguir encontrar no H&M, Stradivarius e Zara do costume. Acho que os vestidos vão fazer a big diferença no meu guarda-roupa, isto porque vou continuar meia gorda depois do parto e depois posso sempre usar quando voltar ao normal. O importante é não comprar NADA que depois fique a mofar dentro do armário, primeiro porque é parvo, segundo porque há tantas outras coisas para comprar!!!!!

Fonte:Redondaquadrada

Muitas vezes o modelo errado da certo

Esta semana recebi a visita de uma amiga em crise conjugal. Muitos amigos e amigas veem a nós como exemplo de sucesso conjugal. De casamento ideal. De relacionamento estável, inquebrável e eterno.

Entretanto, o que há de normal ou anormal, diferente ou igual, certo ou errado que outras pessoas veem nosso relacionamento como exemplo?

Não saberei responder de imediato.

Poderia elencar vários motivos e várias razões, mas todas elas não refletiria a verdade, e tenho certeza, que nosso sucesso é a maneira que encaramos os erros e não os acertos do relacionamento.

Nunca esperamos um mar sem tormenta. Nunca imaginamos e nem buscamos um jardim edênico.

Nossa relação nunca foi baseada nos contos felizes, nem nos filmes românticos, nos finais de novela.

Sempre partimos da premissa de que separariamos nos próximos anos, no entanto, diante da perspectiva negativa, fizemos mudanças, e viemos nos adaptando a situação do dia-a-dia, para que houvessem mais momentos de romance, de alegria, de festas e outros momentos.

A diferença entre nós, é que procuramos enfrentar os problemas juntos, e não separados. Não pensamos que o universo conspira a nosso favor, mas, também, não é contrário, apesar de existirem muitos momentos díficeis e fases complicadas, e situações desafiadoras e de dúvidas e incertezas.

A amiga, não gostou de nossa posição. Achou que apoiamos a parte errada, e não conseguiu ver a opção de valorizar o todo, e não uma das partes.

Uma parábola, é melhor do que a verdade explicita. Uma dúvida é melhor do que descobrir a mentira contada. Uma verdade oculta é melhor do que uma mentira revelada.

O modelo de homem vislumbrado e difundido é baseado no erro. O modelo de estereotipados nestes filmes, novelas, livros e revistas é uma ilusão. Não existe. E não estou pensando no descrição de Príncipe encantado, estou pensando nos meus semelhantes. Homens de carne e osso, que tem mais em evidências os seus defeitos do que suas qualidades.

O modelo de mulher vislumbrado e difundido, como uma mulher inteligente, com situação financeira definida e estabilizada, bem como profissionalmente bem sucedida, faltando apenas um parceiro para completar o cenário, porém, haverá muitas tormentas e controvérsias antes do FELIZES PARA SEMPRE, implicito no THE END!

A nossa vida conjugal, não é uma comédia romântica. Não iniciou e não se passa em algum escritório, ou nalgum parque de Nova York, Chicago, Paris, Londres, ou Moscou. Não, não é.

A nossa vida conjugal, não foi um amor à primeira vista, não fomos surpreendidos por uma paixão avalassadora, mas, estamos insistindo, lutando, labutando para sermos felizes para sempre.

Somos um modelo errado, porque suplantamos e desdenhamos do romance, do amor, da paixão, da felicidade, ainda que os ditos estejam sempre se oferecendo para melhorar nossa condição, poém temos resistido-lhes com o pensamento de que que por eles foram dirigidos tomaram sempre a direção errada.

  • Se não estou feliz… o relacionamento é melhor acabar mesmo;
  • Se não existe paixão… não há o fogo necessário para o aconchego;
  • Se não não existe romance… é porque não existe amor;
  • Se não existe amor… estamos nos especializando em não saber cultivá-lo.

Nosso modelo errado porque errando ou acertando, insistimos, persistimos e não desistimos dele. E tal comportamento está em desuso, fora de moda, mas, é o nosso modelo.

Fonte:adaobraga